COGESC - Conferência Brasileira de Gestão da Saúde Corporativa

19 e 20 de Março de 2018

Hotel Golden Tulip Paulista Plaza| São Paulo / SP

55 (11) 3266-3591

Agenda Completa

09:00

Painel Especial: Modelos de contrato de operadores de saúde

Qual o melhor modelo de contrato de operador de saúde? Auto-gestão é para a minha realidade? Pós pagamento é a solução? E a coparticipação do beneficiário?

Certamente estes questionamentos passam pela cabeça dos profissionais de benefícios frequentemente, mas como escolher?

Esta será a pergunta chave deste painel especial que fará um comparativo efetivo, mas sem a intenção de determinar entre os modelos de contrato existentes qual a melhor escolha, mas sim, trazendo a visão de empresas que optaram por cada um deles.

- Comparativo entre os modelos de contrato
- Pré-pagamento
- Pós-pagamento
- Auto-gestão
- DRG – Grupo de Diagnósticos Relacionados
- Franquias
- Gestão de qualidade de rede com formas alternativas e flexíveis de contratação
- Como escolher ou recomendar o melhor prestador para um funcionário?
- Negociação de contratos
- Adequação de preço em saúde com a média de mercado. Como efetivar?

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10:30

COFFEE BREAK & NETWORKING

11:00

Painel de Debates: Governança, riscos e compliance em saúde

Com o aumento da quantidade de NIPs e liminares, aumento expressivo na quantidade de fraudes e abusos identificados, e mudanças constantes de leis e resoluções, é fundamental que o gestor de benefícios tenha um claro entendimento sobre os impactos e alternativas legais nos contratos de saúde.

Com base nisso, faremos um debate sobre quais devem ser as ações e preocupações dos profissionais de benefícios para uma efetiva mitigação de riscos em saúde corporativa.

Quais as principais preocupações e ações preventivas que devem estar no radar dos profissionais de benefícios e medicina ocupacional?

- Controle de NIP´s e Liminares
- Criação de SLA em contratos com operadoras
- Fraudes e abusos: Quais os recursos para controle desta prática?
- Passivo atuarial X contribuição do plano: quais as saídas atuais e legislações vigentes
- ANS e SUSEP: Quais os limites, regras e cuidados necessários para as áreas de benefícios?
- Reduções de benefícios: Quais são os riscos?
- Afastamentos e e-social: Como evitar penalidades quando o e-social entrar em vigor
- Auditoria em contas médicas. Como e quando fazer?

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MODERAÇÃO

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12:30

Painel Especial | Impacto da Saúde mental no absenteísmo e presenteísmo

De acordo com os gestores de benefícios, depressão, estresse e ansiedade são consideradas a segunda principal causa de absenteísmo nas empresas.

Justificadas ou não, as faltas dos funcionários ou mesmo o presenteísmo são motivos de preocupação para os profissionais de RH, e por muitas vezes, podem indicar falhas do próprio RH em identificar os sinais através dos dados de saúde ocupacional e utilização do plano, além da inexistência ou falta de força dos programas com foco em saúde mental.
É evidente que os programas não terão a capacidade de solucionar todos os problemas pessoais dos colaboradores, entretanto, ele pode oferecer caminhos para que o funcionário busque o tratamento adequado.
Estudos comprovam que 9 em cada 10 profissionais brasileiros apresentam algum sintoma de ansiedade, e quase metade da força de trabalho já lidou com a depressão, e muitos apontam estas causas como motivo para faltar ao trabalho.
Assim, empresas com programas estruturados de saúde mental obtém resultados efetivos no controle do absenteísmo e ganham em produtividade

Conheceremos alguns dados e debateremos os desafios e caminhos para uma efetiva e rentável criação de programas de saúde mental.

- Evidenciar a existência de stress conflita com os resultados desejados na pesquisa de clima organizacional?
- Somatização do estresse
- Medição de ROI em programas de saúde mental
- A gestão da saúde mental como ferramenta para evitar custos

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13:30

Almoço entre os Participantes

14:30

WORKSHOP ESPECIAL | Como Integrar as áreas de saúde corporativa e controlar a sinistralidade

 

PARTE 1: DEBATE PRELIMINAR

Para as empresas é (ou deveria ser) parte importante da estratégia a integração da gestão do benefício saúde com a saúde ocupacional e qualidade de vida, entretanto, no setor da saúde não há a cultura de gerar e principalmente compartilhar informações.

Para uma efetiva mudança neste cenário, é fundamental que todos os envolvidos assumam um compromisso de coleta e compartilhamento de dados (absenteísmo, exames ocupacionais, utilização dos planos de saúde, programas de qualidade de vida, etc), integrando informações dos departamentos de saúde da empresa, desenvolvendo indicadores claros de resultado e desempenho, e principalmente, criando e gerindo procedimentos operacionais e para gestão de prestadores de serviços ocupacionais e ambulatoriais.

Outro desafio está em prover educação e promoção à Saúde aos usuários. Está mais do que comprovado que se disponibilizarmos o acesso a informações sobre Saúde, além dos aspectos educacionais estaremos orientando na utilização correta e responsável do sistema. Isso porque acontecerá uma redução de eventos desnecessários, com impactos positivos no controle da sinistralidade.

Entretanto, esta cultura só será efetiva se todos trabalharem juntos e alinhados com a realidade da empresa.

Neste workshop abordaremos de forma prática os caminhos para uma total integração entre as áreas e efetiva gestão do risco corporativo.

- Qual Melhor Estrutura Organizacional para atender os novos desafios?
- Organização das informações ambulatoriais
- Integração de dados de utilização
- Cruzamento de base com ações e programas
- Criação de sistemas de integração de dados em saúde corporativa.

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PARTE 2: CONVERSAS CORAJOSAS

Como explicar como algumas empresas conseguem resultados que extrapolam as expectativas e conseguem um efetivo controle da sinistralidade e do absenteísmo, além de obter ganhos expressivos em produtividade?

A resposta e bem simples: elas se comunicam de maneira diferente!

Para uma efetiva integração entre as áreas da saúde corporativa, é fundamental que todas as partes que a compõem estejam alinhadas em ações, compartilhando informações e, sobretudo, com um objetivo comum.
Muitas vezes, o maior desafio para que essa integração ocorra, advém da falta de comunicação, relacionamento e atrito entre as áreas, mas também, de definição de objetivos e metas divergentes para cada uma delas.

Em teoria, todas as pessoas sabem bem o quê elas fazem, algumas pessoas e empresas sabem como, mas apenas uma pequena quantidade sabe bem o porquê.
Os que realmente alcançam o sucesso, são aqueles que conhecem bem esse por quê, e começam suas estratégias de gestão por esse ponto.

CONVERSAS CORAJOSAS é um processo de comunicação que proporciona abertura, verdade e convergência na análise e solução de situações indesejadas.

Esse processo está dividido em três etapas, direcionadas por questões chave, para que uma comunicação madura possa permear o diálogo, tornando aberta a sabedoria do coletivo.

A interação e os insights gerados trazem resultados de aplicação prática no cotidiano de cada um.

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